O Reino dos Céus é comparado a um homem que possuía grande riqueza. Ele era um empresário muito famoso e se deleitava nos prazeres oferecidos pelos imensuráveis lucros de suas empresas. Tudo parecia bem, sob controle. Mas num determinado dia, num exame de rotina, detectou-se uma enfermidade raríssima. Para tratá-la gastaria muito tempo e todos os seus bens. A tristeza tomou conta de todos.
Houve uma reunião familiar e a decisão foi unânime: vender tudo e buscar a saúde daquele homem.
Embora a família tenha ficado pobre, o homem foi curado da enfermidade e estava pronto para recomeçar. Agora não mais com tristeza no coração, mas com grande alegria, pois a família descobriu que a felicidade não está nos bens materiais. A Vida vale muito mais do que o dinheiro.
Nós fomos condenados à morte em nome de uma “liberdade” chamada pecado. Pensamos que podemos fazer o que queremos, quando queremos e como queremos. Esquecemos que tudo na vida tem um preço, e “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23).
A maior riqueza não está em curtir a vida destruindo nosso semelhante e até mesmo a nós próprios. Não está na popularidade, pois esta é passageira; acaba com a morte. A maior riqueza está em trocar toda nossa maneira de viver; a busca constante de benefícios próprios, por serviço no reino de Deus, servindo o nosso semelhante em Nome de Cristo.
No Reino dos Céus, quem prioriza o espiritual abrindo mão do material é verdadeiramente rico e goza de uma saúde que não morre jamais, pois nem a morte pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus.
Pense nisso!!
Uma Mensagem da Igreja Presbiteriana do Centenário em Lajinha – MG.
Rev. Everson Ferreira
terça-feira, 30 de junho de 2009
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